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	<title>Comentários em: Tu Publicas? Tu Noticias?</title>
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	<description>Jornalismo e Redes Móveis no LabCom</description>
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		<title>Por: AF</title>
		<link>http://jornalismo-e-redes-moveis.ubi.pt/2012/02/tu-publicas-tu-noticias/comment-page-1/#comment-106</link>
		<dc:creator>AF</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 08:42:43 +0000</pubDate>
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		<description>O meu texto &quot;A especificidade epistemológica do jornalismo. Desfazendo um mito do jornalismo cidadão&quot;, http://webx.ubi.pt/~fidalgo/antonio-fidalgo-especificidade-epistemologica-jornalismo.pdf, pode contribuir para esta discussão.
Por outro lado, é necessário sempre ter em atenção o enquadramento em que mesmo um jornalista dá uma informação. Com efeito, ele pode ter um blogue pessoal e aí a sua situação é diferente de quando publica dentro do site de um jornal. A informação em si é a mesma, o que se altera é a natureza da informação. No primeiro caso é pessoal, no segundo caso é institucional.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O meu texto &#8220;A especificidade epistemológica do jornalismo. Desfazendo um mito do jornalismo cidadão&#8221;, <a href="http://webx.ubi.pt/~fidalgo/antonio-fidalgo-especificidade-epistemologica-jornalismo.pdf" rel="nofollow">http://webx.ubi.pt/~fidalgo/antonio-fidalgo-especificidade-epistemologica-jornalismo.pdf</a>, pode contribuir para esta discussão.<br />
Por outro lado, é necessário sempre ter em atenção o enquadramento em que mesmo um jornalista dá uma informação. Com efeito, ele pode ter um blogue pessoal e aí a sua situação é diferente de quando publica dentro do site de um jornal. A informação em si é a mesma, o que se altera é a natureza da informação. No primeiro caso é pessoal, no segundo caso é institucional.</p>
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		<title>Por: Ricardo Fernandes</title>
		<link>http://jornalismo-e-redes-moveis.ubi.pt/2012/02/tu-publicas-tu-noticias/comment-page-1/#comment-105</link>
		<dc:creator>Ricardo Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 23:19:37 +0000</pubDate>
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		<description>Esta discussão é semelhante àquela que se faz acerca do jornalismo tradicional versus jornalismo participativo ou &quot;jornalismo cidadão&quot;. É necessário notar que o processo de fazer notícias envolve várias actividades, nomeadamente recolha de informação, contacto com fontes, aplicação de critérios de noticiabilidade, redacção e até edição. O jornalista de profissão é treinado para dominar todas estas instâncias, ao passo que o cidadão comum domina apenas ferramentas básicas de recolha e publicação.
As redes sociais são úteis para se tomar um primeiro contacto com as &quot;notícias&quot;, para aumentar o seu alcance e para redireccionar o leitor para as verdadeiras notícias, feitas por profissionais treinados para as escrever e que, por isso, como aponta a Rita, são mais credíveis.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esta discussão é semelhante àquela que se faz acerca do jornalismo tradicional versus jornalismo participativo ou &#8220;jornalismo cidadão&#8221;. É necessário notar que o processo de fazer notícias envolve várias actividades, nomeadamente recolha de informação, contacto com fontes, aplicação de critérios de noticiabilidade, redacção e até edição. O jornalista de profissão é treinado para dominar todas estas instâncias, ao passo que o cidadão comum domina apenas ferramentas básicas de recolha e publicação.<br />
As redes sociais são úteis para se tomar um primeiro contacto com as &#8220;notícias&#8221;, para aumentar o seu alcance e para redireccionar o leitor para as verdadeiras notícias, feitas por profissionais treinados para as escrever e que, por isso, como aponta a Rita, são mais credíveis.</p>
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		<title>Por: Rita Sena</title>
		<link>http://jornalismo-e-redes-moveis.ubi.pt/2012/02/tu-publicas-tu-noticias/comment-page-1/#comment-104</link>
		<dc:creator>Rita Sena</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 17:32:01 +0000</pubDate>
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		<description>Por um lado concordo com a tua opinião, em que todas as pessoas podem publicar nas redes sociais, e muitas delas são mais rápidas que muitos jornalistas. No entanto para mim, o que leio de uma mera pessoa e o que leio de um jornalista é diferente, isto porque eu atribuo o critério de credibilidade ao jornalista, não que ache que a outra pessoa esteja a mentir, mas para mim, um jornalista é mais credível.  As redes sociais podem estar a roubar protagonismo aos jornalistas, mas por outro lado também estão a facilitar-lhes o trabalho e chamar à atenção, ou seja, o jornalista vê algo de interessante no post de alguém, vai pesquisar e se vir que tem mesmo interesse torna esse post numa notícia. Por outro lado temos também o caso de que os jornais publicam duas ou três frases nas redes sociais para captarem a atenção do público e eles irem de seguida ao próprio site do jornal ler a noticia completa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por um lado concordo com a tua opinião, em que todas as pessoas podem publicar nas redes sociais, e muitas delas são mais rápidas que muitos jornalistas. No entanto para mim, o que leio de uma mera pessoa e o que leio de um jornalista é diferente, isto porque eu atribuo o critério de credibilidade ao jornalista, não que ache que a outra pessoa esteja a mentir, mas para mim, um jornalista é mais credível.  As redes sociais podem estar a roubar protagonismo aos jornalistas, mas por outro lado também estão a facilitar-lhes o trabalho e chamar à atenção, ou seja, o jornalista vê algo de interessante no post de alguém, vai pesquisar e se vir que tem mesmo interesse torna esse post numa notícia. Por outro lado temos também o caso de que os jornais publicam duas ou três frases nas redes sociais para captarem a atenção do público e eles irem de seguida ao próprio site do jornal ler a noticia completa.</p>
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